O que esconder sacolas me ensinou

Olá queridos, tudo bem?

Senti falta dos nossos papos, estou de volta com conteúdo novo. Espero que gostem!

 

Todos temos um ideal de Felicidade.

Posso dizer que o meu vem se transformando a cada dia.

Já quis ter muitas coisas. Hoje caminho cada vez mais para o ser.

Fui consumista ao extremo, e paguei um preço alto por isso.

Comprei coisas que não precisava, troquei de carro quando não era necessário, perdi tempo precioso de viagens dentro de outlets e shoppings.

Se me arrependo? Não!

E por que?

Porque cada uma dessas coisas, entre tantas outras, só me fez perceber que a Felicidade não se compra.

Eu tinha tudo o que queria e vivia infeliz. Nada estava bom. Comprava cada vez mais e nada preenchia um vazio que morava no peito.

Na época não tinha consciência disso, mas a vida dá umas porradas e a gente aprende.

A vida tentou me alertar, principalmente meu pai, cada vez que me via chegando em casa com sacolas.

E eu achava graça de esperar que ele se distraísse para passar com elas.

Na época ainda morava com meus pais, hoje moro sozinha há quase 5 anos.  Este foi o primeiro passo para aprender algumas lições sobre Felicidade.

Como morava sozinha, ninguém mais via com quantas sacolas chegava em casa, mas também ninguém pagava as minhas contas.

No primeiro ano mantive o vício das compras. No segundo comecei a pensar a respeito. No terceiro tomei consciência, e atualmente posso dizer que te tanto errar, aprendi a cuidar das minhas finanças.

Bem, mas o que dinheiro e minhas finanças tem a ver com Felicidade?

Quando você se sente plena e feliz genuinamente, gasta menos, fato.  E de alguma maneira, como está satisfeita, a vida é mais generosa com você.

Ter só pode ser consequência do Ser. O inverso só causa dor, angústia e uma dívida enorme.

E que fique bem claro que não sou contra viver bem, mas hoje entendo a diferença entre viver bem e ter status.

Amo viajar, adoro me vestir bem, ir jantar em restaurantes bacanas, mas hoje o que eu mais amo acima de tudo, é a minha paz de espírito.

Com todo o meu carinho e gratidão,

Carla Rubio

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