Palpite, ajuda ou atrapalha?

Olá mamães Atuais, tudo bem?

Feriado prolongado e levanta a mão quem passou o feriado inteiro fazendo inalação! Eu!!! rsrs Só rindo… Foram dias difíceis e como qualquer resfriado que vem e vai, esse ainda está deixando vestígios que logo, logo passa, mãe nunca perde a esperança, não é mesmo?

E quando acontece algo diferente na rotina de uma família, logo aparece muita gente querendo ajudar…  Me perdõem os bem intencionados, também conhecidos como palpiteiros. Já disse sorry. rs Mas vamos ao sincericídeo, aparecem de todos os lados, facebook, whatsapp, ao vivo, telefone, brotam e por aí vai. No meu tempo de criança lembro da minha mãe reclamar só da tia que aparecia do nada para palpitar ou da vizinha que vinha cheia de um conteúdo bem apurado de palpites,  pois é, até nisso a tecnologia como sempre, ajuda e atrapalha.

Mas como lidar com isso? Como não ser grossa quando a vontade é dizer de uma vez só: -O Filho é meu e eu que decido o que fazer? ok?

Difícil né! Até porque sei que na grande maioria das vezes os palpiteiros, ops, as pessoas só querem ajudar…

Acredito muito na empatia de se colocar no lugar do outro. Somos movidos a julgamentos o tempo todo, e falo por mim que já palpitei e julguei bastante, mas hoje penso no momento certo, na hora certa, sem machucar ou magoar uma mãe que naquele momento pode estar precisado de “ajuda”, ajuda de verdade, post que já fiz anteriormente, um abraço, um cheiro, um carinho, um ficar do lado as vezes sem dizer nada. Passar por dias com o filho doente doí a alma, machuca a gente por dentro, o Matias tem 1 ano e 3 meses, começou a sair suas primeiras palavras e expressões, ainda não sabe me dizer onde doí, o que doí e isso literalmente “doí” na gente porque vamos seguindo os nossos instintos e trabalhando a nossa possibilidade real de mãe de algumas vezes acertar, e outras de errar (graças a Deus erramos também) mostrando a eles que não somos perfeitas.

Mas sabe que isso tem um lado bom?

Porque os palpites te obrigam a se definir como mãe, a encontrar uma forma de lidar com o seu próprio filho, porque eles são únicos. Não estou dizendo aqui que não devemos levar em consideração a opinião alheia, é sempre muito bom ouvir outras pessoas, em especial quem tem mais experiência, mas não no domingo às 22h00 da noite. Por favor! Tem seres que surgem na nossa vida para iluminar e clarear o que a gente não estava vendo, nisso Deus é mágico.

A maternidade eu percebo cada dia mais mexe com tudo e com todos que estão a nossa volta, é louco como as pessoas diretas ou indiretamente se envolvem, com o tempo a gente vai descobrindo a forma e o jeito de lidar com tudo e com cada um, mas o importante mesmo é a saúde e o bem estar do Matias, e essa mãe vira leõa para que o seu sorriso brote e ele esteja sempre feliz.

Aos amigos e aos nem tão amigos assim, palpiteiros! Se conselho fosse bom, você já sabe o final da frase. rs Pense duas vezes antes de falar, só observar e aprender a respeitar também é bom demais! Distinguir entre um mero palpite e uma ajuda com certeza faz toda a diferença! E posso garantir que nós mamães farejamos a diferença de longe! rsrs

Perceber o todo é tudo! Ai como estou filosófica. rs

Um beijo

Mamães Atuais, até semana que vem!

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